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quarta-feira, 9 de março de 2022
ADEUS, ERNO SCHNEIDER!
ANTENÓGENES SILVA: SAUDADE
terça-feira, 8 de março de 2022
AVANTE, MULHER!
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Na foto, Assis com os quadros de Inezita Barroso e Zica Bérgamo |
A noite mal começara quando o telefone tocou. Era Inezita Barroso ligando pra dizer que a amiga Zica Bérgami fechara os olhos para sempre. Estava emocionada, quando me disse isso. Senti profundamente o passamento de dona Zica.
Dona Zica era uma mulher incrível. Eu a conheci de perto. Foi não foi, eu ia a sua casa.
Inezita eu também conheci fazia muito tempo. Às vezes ela me apanhava em casa, no tempo em que ainda dirigia automóvel, e me levava ao famoso e já extinto Parreirinha.
No Parreirinha conversávamos e bebericávamos bastante. Lá eu conheci Miltinho, Jamelão e tantos e tantos mais.
Bom, este 8 de março é o dia dedicado à mulher.
Já escrevi bastante a respeito da mulher e da vida da mulher.
Bobagem dizer que a mulher é um ser incrível, fabuloso etc. É tudo isso, mas é muito mais.
A mulher sofre muito no Brasil, desde sempre. Desde o tempo de antanho.
Se Deus falasse como falamos nós, de modo audível e com naturalidade, diria que certamente a vida feminina é uma vida dura e até incompreendida, principalmente pelos machões que procuram impor-se na base da porrada, da prepotência.
Com frequência mulheres são espancadas e assassinadas no Brasil. O número é espantoso.
Assassinato de mulher é chamado de feminicídio.
O feminicídio existe desde que o macho desceu da árvore.
Até nas artes, especialmente na literatura, o feminicídio faz-se presente.
Todo dia é dia de mulher, mas o dia 8 de março é um dia feito para reflexão. Pensemos nisso, até porque matar é crime punível com cadeia.
Toda mulher é guerreira. A respeito, acabo de fazer um texto poético. Clique:
LEIA MAIS:
- ROTEIRO MUSICAL DA CIDADE DE SÃO PAULO
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8 DE MARÇO: DIA INTERNACIONAL DE TUDO QUE É BOM
- DIA DA MULHER E NOTÍCIA DE ANITA
- FORRÓ PARA ANASTÁCIA
- HEROÍNAS E SABIÁS DO BRASIL
- INEZITA BARROSO, SAUDADE...
- LUGAR DE MULHER É NO MUNDO
- MARIA FIRMINA DOS REIS, 100 ANOS
- MORREU A AUTORA DE LAMPIÃO DE GÁS
-
O BRASIL AINDA TEM JEITO. VIVA O BRASIL!
sábado, 5 de março de 2022
BLOCOS DE CARNAVAL, A ALEGRIA DO POVO
Foram os invasores portugueses que trouxeram o Carnaval para o Brasil. À época, o Carnaval não era como o Carnaval que hoje conhecemos. Entrudo era assim chamado.
Na biblioteca pública da cidade portuguesa do Porto, encontrei muitas referências sobre o Entrudo.
Era um horror o Entrudo, uma brincadeira de extremo mau gosto. Até mijo e merda eram atirados nas pessoas.
Dom Pedro I, no primeiro momento identificado curiosamente como “anarquista”, gostava do Entrudo. Incentivava o Entrudo.
No Brasil, o Entrudo durou até 1930 ou 40. Por ali.
O Entrudo foi abolido do Carnaval quando começaram a surgir as primeiras escolas de samba. A primeira, Deixa Falar, delineou-se como tal em 1928. Um dos seus fundadores foi o compositor Ismael Silva (1905-1978).
Antes da primeira escola de samba, surgiram cordões, ranchos e blocos.
Os cordões e ranchos já não existem no Brasil e em lugar nenhum no mundo.
Atualmente há mais de 500 blocos carnavalescos, no Rio de Janeiro.
Em São Paulo, o número de blocos carnavalescos chega à casa dos 700.
O Bola Preta, carioca, existe há mais de 100 anos.
Tanto no Rio quanto em São Paulo, há blocos de Carnaval surgindo todos os anos.
Um dos blocos cariocas mais novos, digamos assim, é O Rabugento.
O Rabugento é um bloco que surgiu pra encher o saco de muita gente, como geralmente o são todos os blocos. Os blocos são a alegria do povo.
Em 2010, o Rabugento ocupou ruas e avenidas do Rio com uma belíssima letra (e música) assinada pelo porralouca carnavalesco Manoel Gomes, autointitulado O Audaz. A letra:
ENREDO: OS RABUGENTOS DA CULTURA
AUTOR: MANOEL GOMES, O AUDAZ
I
Nós somos o Rabugento,
O bloco que não tem frescura,
E vamos homenagear
Os rabugentos da cultura
IIGente que não se curvou
Ao que o Rei mandou
E fez valer sua vontade
E, por manter essa coragem,
nossa homenagem
se faz em nome da verdade
III
O velho Nelson percebeu
A burrice da unanimidade
Os idiotas da objetividade
E arrasou com o senso-comum (mais um?)
IV
Nas quatro linhas do gramado
ninguém piava com saldanha
Que cometeu grande façanha
desafiando o ditador
V
Oswaldo Nunes e Satã
Brigavam com afã
Comendo macho na porrada
Valente essa rapaziada
sem medo de nada
Que em nossa História despontou
VI
Bezerra, porta-voz do morro.
Com seu “sambandido”
O candidato execrou
Intérprete era Jamelão
Que não se conformava
Com a palavra “puxador”
VII
E também tem o Tinhorão
Que sempre disse não
A toda influência gringa
E o Rabugento com sua ginga
Entra na avenida
No maior descaramento
denunciando as pilantragens
E as sabotagens
Da indústria do entretenimento
Tinhorão entrou pra história como uma das mais brilhantes inteligências do nosso País. Antes dele, costumo dizer, que não havia uma bibliografia da nossa música popular. Ele a fez.
Os blocos de carnaval pululam alegremente no Brasil. São milhares.
Em 2010 surgiu na Capital paulista o Urubó.
Urubó “é o urubu da Freguesia do Ó”, define rindo, sarcasticamente, o cantor, compositor e instrumentista Jarbas Mariz. Ainda ele:
Na madrugada última madrugada de segunda para terça-feira, Jarbas concluiu mais uma belíssima música em homenagem ao bloco de sua predileção: NESSE CARNAVAL
Para Jarbas a pandemia provocada pelo novo Coronavírus pouco ou quase nada interferiu “na nossa alegria".
Pra Jarbas, “não seria ou será uma pandemia de meia tigela que iria, ou irá, acabar com a nossa festa”.
Eu, por mim, defino a pandemia provocada pelo novo Coronavírus como uma merda.
Em 2016, 3 anos depois de a luz dos meus olhos se apagarem, compareci ao estúdio da rádio CBN para falar a respeito do nosso Carnaval e origens. Ouça:
LEIA MAIS: CARNAVAL SEM POVO • HISTÓRIA DOS VELHOS CARNAVAIS
sexta-feira, 4 de março de 2022
EU E MEUS BOTÕES (16)
quinta-feira, 3 de março de 2022
CARNAVAL, SEMPRE CARNAVAL
O Carnaval eu já disse, e tantos também já disseram, chegou ao Brasil pelas mãos dos invasores portugueses. Mas só com a chegada da família Real portuguesa é que o Carnaval começou a ganhar forma. Antes era, literalmente, uma merda. E estou falando do Entrudo. A respeito já falei, aqui não é o caso.
Conheci grandes carnavalescos, grandes compositor de música de Carnaval.
O especial que ora compartilho com vocês eu o fiz há uns anos. Cliquem:
QUEM PODE, PODE
EU E MEUS BOTÕES (15)
Pois é, lembro-me bem: respondendo a uma pergunta do Zilidoro, eu disse com todas as letras que a invasão da Ucrânia pela Rússia era uma querela interna. Só que essa querela, essa questão, está ganhando dimensões inaceitáveis. Agora é o planeta Terra que está em perigo. Todos nós.
Assim pensando, alto, fui ouvido por Zilidoro sempre atento: "se aquele cara, o tal Putin, resolver apertar o botãozinho da bomba atômica, alguém vai reagir. A uma ação, reação. E aí estaremos todos lascados".
Num cantinho, no seu cantinho, discretamente Mané pediu a palavra quase em tom de desculpa: "O Zilidoro tem toda razão, no meu entender. Se o tal Puto, Potim, Putin, sei lá, resolver soltar uma atômica, o mundo vira geleia. Estou certo, patrão?".
Muita gente pensa que Mané é um botão sem pensamento. Quem pensa assim, erra. Mané tem toda razão do mundo. Podemos virar nada, a partir do momento que um poderoso de plantão acione uma bomba atômica.
quarta-feira, 2 de março de 2022
O FIM DO CARNAVAL
Escute alguns clássicos de Mário Lago:
terça-feira, 1 de março de 2022
HISTÓRIA DOS VELHOS CARNAVAIS
Foi uma conversa muito boa com o entrevistado declarando o seu amor ao Rio de Janeiro.
Cabral também falou dos velhos carnavais e da modernização das escolas de samba. Acompanhe:
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022
CARNAVAL SEM POVO
CARNAVAL DA PANDEMIA
Este é o 2º ano seguido sem Carnaval oficial no Brasil. Isso porém não quer dizer que em 2021 e, agora em 2022, não tenha havido Carnaval. O Carnaval da Elite é o Carnaval da avenida, dos salões, de portas fechadas, com as orgias dionisíacas. Pois é, enquanto isso o povo fica em casa sem direito sequer a pular num bloco.
Amanhã falarei de blocos.
EU E MEUS BOTÕES (14)
domingo, 27 de fevereiro de 2022
NA ONDA DO PODCAST
sábado, 26 de fevereiro de 2022
ANITA MALFATTI EM QUADRINHOS
O gato em questão, ao assumir a persona de narrador, começa logo dizendo: “Inquieta. Foi o que me atraiu nela. Inquieta de corpo e alma”.
Anita Catarina Malfatti nasceu na capital paulista. Com problema na mão direita, aprendeu a pintar com a mão esquerda. Estudou na Alemanha e nos Estados Unidos. Tinha 25 anos quando exibiu em público seus primeiros quadros. Sem repercussão nenhuma. Três anos depois, em 1917, realizou pra valer a sua primeira exposição individual. Essa exposição recebeu o olhar atento e severo do paulista de Taubaté Monteiro Lobato (1882-1948).
Sem papas na língua e com muito desembaraço na caneta, Lobato publicou um contundente artigo no jornal O Estado de S.Paulo, edição de 20 de dezembro daquele mesmo ano. Após ampla justificativa para o que dizia, ou para o que ia dizer, começou:
| O Gato e o Violino, por Anita Malfatti |
No jornal, o texto de Lobato recebeu o título A Propósito da Exposição de Malfatti. Esse texto seria em seguida publicado no livro Idéias de Jeca Tatu.
O artigo de Lobato foi de extrema importância para a carreira artística de Anita.
A primeira vontade pessoal de Monteiro Lobato era ser artista plástico. Seus bicos de pena são ótimos. Mas influenciado pelo avô José Francisco Monteiro, um figurão do Império, formou-se na Faculdade de Direito no Largo São Francisco, SP. Herdou uma fazenda e tornou-se o mais importante autor de livros infantis, no Brasil.
Anita era amiga do carioca Di Cavalcanti (1897-1976), que a incentivou a nunca parar de pintar. E foi ele, aliás, quem deu a ideia de se fazer um grande salão de artes em São Paulo, reunindo o que havia de mais significativo até então. Essa ideia resultou na Semana de Arte Moderna.
Se não fosse Di, é provável que não houvesse o que hoje se chama de Semana de 22, que reuniu Menotti Del Picchia, Mário e Oswald de Andrade, Villa-Lobos e pouquíssimas mulheres, entre as quais Anita Malfatti.
![]() |
| O artigo de Lobato sobre Anita no Estadão (clique na imagem para visualizar melhor) |
Essa história, ou parte dessa história, é narrada brilhantemente pelo gato do quadro O Gato e o Violino, que Anita pintou em 1949.
“O projeto nasceu de conversas entre o desenhista Yuri Garfunkel e a mestra em História da Arte Anita Limulja, refletindo sobre os impactos da Semana de Arte Moderna na produção artística nacional. Teo e eu logo fomos incorporados ao processo criativo”, conta Paulo Garfunkel, acrescentando: “Os ecos da Semana de 22 reverberam até hoje nas expressões artísticas brasileiras e Anita Malfatti, ‘a incompreendida’, como seus amigos a chamavam, é o alicerce do movimento”.
Todo desenvolvimento do projeto teve o acompanhamento da família Malfatti e a curadoria da historiadora Mayra Laudanna que organizou o site do IEB, Instituto de Estudos Brasileiros, da USP: VER ANITA
O lançamento físico ocorrerá nos próximos dias, em local ainda não definido. E a versão digital já está disponível gratuitamente na rede: A OUTRA ANITA
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
EU E MEUS BOTÕES (13)
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022
A LUTA PELO VOTO FEMININO
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
EU E MEUS BOTÕES (12)
terça-feira, 22 de fevereiro de 2022
DEPOIS DA VIDA, A MORTE
Sobre arte e cultura, acesse: INSTITUTO MEMÓRIA BRASIL
PEDRO, O MANDACHUVA DO CÉU
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022
CACHORRO DÁ EXEMPLO DE AMOR AO DONO
- O HOMEM, INIMIGO DO CACHORRO...
- CACHORROS DÃO EXEMPLOS NA VIDA E NA FICÇÃO
- TINA
- CÃES E GATOS TAMBÉM TÊM DIREITOS "HUMANOS"
- VAQUEJADA, PEGA DE BOI E FORRÓ
Hoje 21 entra em vigor uma lei federal "que proíbe a eutanásia de cães e gatos de rua por órgãos de zoonose, canis públicos e estabelecimentos similares, exceto em casos de doenças graves ou enfermidades infectocontagiosas incuráveis que coloquem em risco a saúde humana e de outros animais".
Essa Lei é a de número14.228/21, com acesso disponível na rede.
sábado, 19 de fevereiro de 2022
ALMIRANTE, A GRANDE PATENTE DO RÁDIO
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022
ANÍSIO SILVA, SAUDADE
NELSON CAVAQUINHO
Três anos antes da morte de Anísio Silva morria, no Rio de Janeiro, o cantor e compositor Nelson Cavaquinho. Nelson foi, provavelmente, a voz mais rouca do samba-canção. Fez história e deixou uma discografia invejável. Com Guilherme de Brito e Alcides Caminha, compôs e gravou A Flor e O Espinho. Obra-prima. Curiosidade: Caminha foi desenhista e roteirista dos "catecismos" assinado por seu alterego Carlos Zéfiro.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022
HÁ 100 ANOS, JORNALISTAS PARTICIPAVAM DA SEMANA DE 22
A Semana não foi tudo que se diz.
Na verdade a Semana foi, digamos, um festival ou salão de múltiplas expressões artísticas, incluindo exposição de quadros, declamações e música.
O evento, que teve lugar no Teatro Municipal de São Paulo, foi aberto com uma palestra do maranhense de São Luís Graça Aranha (1868-1931), à época um nome bastante conhecido das letras e da diplomacia brasileira.
Foi Graça, autor do livro Canaã (1902), o cara incumbido de arrecadar grana, entre cafeicultores, para a realização do que ficou conhecida como a Semana de Arte Moderna ou Semana de 22.
Essa semana foi feita quase toda por jornalistas: Graça Aranha, Ronald Carvalho, Afonso Schmidt, Guilherme de Almeida, Sérgio Milliet, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia e até Plínio Salgado.
Plínio, paulista de São Bento do Sapucaí, entrou para a história como o criador do movimento político Ação Integralista. Era da direita radical.
| Retrato de Graça Aranha |
Oswald foi um marqueteiro e tanto.
A ideia da Semana não partiu dos paulistanos. Partiu do jovem pintor carioca Di Cavalcanti (1897-1976).
À época, Di tinha 25 anos incompletos. E teria dito a Mário, ou a Oswald, de Andrade: “Está na hora de fazermos um grande evento artístico pra chamar atenção das pessoas”.
O evento contou com a exposição de uma centena de quadros, 20 e pouco dos quais assinados por Anita Malfatti (1889-1964).
| Mário de Andrade e Tarsila do Amaral no traço de Fausto Begocce |
Lobato é o autor do personagem Jeca Tatu e de Narizinho, que deu início às histórias do Sítio do Pica Pau Amarelo.
Muita gente pensa que Tarsila do Amaral (1886-1973) participou da Semana, mas não. Na ocasião ela se achava em Paris. Aliás, foi em Paris que ela conheceu Oswald, com quem se casaria em 1926.
| Entrevista de Menotti Del Picchia a Assis Ângelo |
A Semana de Arte Moderna tinha por objetivo, segundo dizem, romper com as tradições inovando a arte brasileira. Conversa!
A Semana não quebrou tradição alguma.
A Semana foi um evento de pouca repercussão e sem nenhuma importância, a rigor. Foi apenas um movimento de jovens insatisfeitos com o momento em que viviam. Um momento de tensão, de pressão política. O presidente da República era, não custa lembrar, o paraibano Epitácio Pessoa.
Não foi a Semana de 22 um evento direcionado ao povo. Mas de elite para elite.
Alguns nomes que participaram da Semana entrariam para a história independentemente da Semana.
Em maio de 1984 publiquei uma matéria de 2 páginas no extinto suplemento literário D.O. Leitura, de São Paulo, com o último dos participantes daquela Semana: Menotti Del Picchia (1892-1988). Na entrevista, o autor de Juca Mulato diz, com todas as letras, que “Mário de Andrade era um gênio”. Diz também coisas curiosas como acreditar em fantasmas, embora não cresse em reencarnação, que gostava de Mozart e de poetas como Cassiano Ricardo.
| Capa da revista Klaxon e Charge de Belmonte. |
Menotti Del Picchia teve uma vida agitada na imprensa paulistana. Foi redator chefe, por exemplo, dos jornais Tribuna de Santos, A Gazeta e Diário da Noite.
No dia 15 de maio de 1922, logo após a realização da Semana, começou a circular em São Paulo a revista Klaxon. No expediente, entre os colaboradores, se achavam Guilherme de Almeida, Mário e Oswald de Andrade.
Em suma, a Semana de 22 não serviu praticamente pra nada, até porque a cultura popular (expressão maior do povo, de qualquer povo) esteve completamente ausente da programação.
E pensar que Mário de Andrade foi o autor da belíssima moda Viola Quebrada, hein?
O chargista Belmonte (Benedito Carneiro Bastos Barreto, 1896-1947) foi um dos muitos críticos da Semana de 22.
PRESIDENTE MENTIROSO. E PERIGOSO
| Charge de Renato Aroeira |
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
O RÁDIO NA TV: ULISSES COSTA É O CARA
| Carlos Silvio e Ulisses Costa no programa Paiaiá Conectados |
OPINAR É BOM. VIVA BENEDITO LACERDA!
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